segunda-feira, 23 de maio de 2011

Rick, de simples só o nome

A "alma" do curso de comunicação se constitui pela diversidade de personagens que circulam, interagem, se descobrem e se complementam em cada atividade proporcionada pela vivencia cotidiana. Alguns chegam alunos e aos poucos passam colaborar profissionalmente no curso. Conheça o Rick


No laboratório, em contato com a fotografia descobriu uma paixão 
Por Karoline Faria e Victória Camara



Tendo como música que o autodefine This is the end do The Maine,  Rick George Antunes da Silva, aquariano, nasceu no dia 22 de janeiro 1981, em Taguatinga, Brasília. Atualmente é técnico do núcleo de fotografia da universidade católica, adora o trabalho, é apaixonado pela fotografia, pois a enxerga como algo que os olhos despercebidos não percebem. Esta no 5° semestre de jornalismo e não pretende seguir a carreira, pois ficou desapontado com o curso, que pensava cooperar positivamente, por ser uma profissão critica, mais percebeu que o jornal é manipulado, não iria ter voz ativa. Com isso se identificou com a fotografia, pois é algo verdadeiro, “quando olho para um lugar penso a fotografia dentro da cabeça, hoje em dia eu vejo tudo enquadrado”.
Rick herdou de sua família a cultura artística, o pai veio do Piauí, trabalha com teatro e música e a mãe de Minas Gerais, faz trabalhos artesanais. Rick é apaixonado pela arte, pintura, poesias, música e fotografia. Já pintou alguns quadros e diz que não pretende vender nenhum. “Acho que quadros não deviam ser vendidos, quando você produz algo, esse algo deve ficar com você”, diz. 


Humilde e de bom caráter, faz tudo por que gosta, e não quer fama nem dinheiro. O dinheiro para Rick não tem importância, só o necessário para viver em boas condições. Não gosta muito de falar sobre a pessoa Rick, se acha muito difícil, mas gosta de falar sobre a parte cultural de si mesmo, “Adoro escrever, escrevo pelo menos uma frase todo dia e também adoro ler, tenho conteúdo que dá para escrever uns dois livros de poesia”, compor músicas, e não desgruda de uma maquina fotográfica. Rick tem uma bela visão sobre o que é a poesia, “A poesia está na cabeça, o papel só é uma forma de visualização do pensamento” Poesias que falam sobre morte, amor e caos, pretende publica pra agradar algumas pessoas, o primeiro vai ser da filha o segundo da sua mãe e o terceiro da sua irmã.


Outra bela contribuição para o mundo é um livro de música que ele pretende publicar só para os amigos e família, chamado "O livro das canções mudas", que ele não sabe se vai cantar um dia. Fez um semestre de piano erudito, guitarra e canto erudito na escola de musica de Brasília., mas não sabe mais tocar. Adora mato e a sensação de liberdade. Rick é roqueiro, sincero, habilidoso, romântico, se espelha na sua mãe e alguns artistas como Dimorf, David Gilmour e David Bauer.
Deus para Rick é tudo que pode ser visto e tocado, ele acredita que a religião deixa as pessoas céticas, e por isso só pega um pouco de cada coisa e aproveita na vida da melhor forma. A sua sinceridade o incomoda, pois já magoou muitas pessoas.
Rick também escuta muito rock in roll nas horas livres, gosta de encontrar os amigos, beber uma cerveja, mas gosta muito de ficar em casa, “Sou um homem de casa” diz sorridente.
Nosso querido fotógrafo também deseja viajar pelo mundo, fazer uns livros de fotografia e ter uma renda. Não gosta de ficar em um lugar por muito tempo. Quando criança ele e sua mãe sempre estavam se mudando. “Uns, dois, três anos foi o tempo que mais fiquei em uma casa” afirma Rick, que gosta de sensações diferentes e de conhecer pessoas diferentes.


Quando o assunto é esporte ele já coloca seu ponto de vista “Futebol pra mim só se for pra diversão mesmo, nada sério, gosto mais de esportes radicais, rapel, motocross...”.
Quando o tema é a família, ele não esconde o amor que sente por cada uma das pessoas citadas como família por ele, “Família é minha mãe, minha a filha e minha irmã”.
A sua outra grande paixão, a música, também já quase o proporcionou uma carreira. “Pretendia mexer com musica, mais não deu certo, porque é muito difícil mexer com isso no Brasil. Por algum acaso do destino caiu de paraquedas na UCB, com uma bolsa do governo de 100%.
Mas a grande vitória, paixão e felicidade da vida do nosso entrevistado, que deixa transparecer o tempo inteiro com nítida admiração é a sua filha, a carinhosa Clarisse Aimee, que significa luz em homenagem a duas pessoas: a sua avó e ao músico Ozzi. Tem a preocupação com a educação de sua filha e não ficar um dia sem falar com ela, o que alimenta sorriso no seu dia.

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