Por Guilherme Carvalho e Samantha Freitas
Recentemente o curso sofreu um duro golpe: a queda do diploma de jornalismo. Com isso muitos alunos desanimaram, alegando que o curso perderia valor. Outros, no entanto, se mantiveram firmes na decisão do curso, como no caso de Augusto Soares (Vídeo).
A grande razão para outros terem e mantido no curso é a grande galeria de expectativas que se tem quando há o ingresso na universidade. Mateus Martins, 19 anos, 5º semestre jornalismo é um exemplo: “O jornalismo é o melhor meio de informação na área comunicativa. Espero sempre o melhor e acredito que mesmo tão tradicional, será sempre atual e moderno. Escolhi o curso porque queria uma área da comunicação e optei pelo jornalismo.”
Já outros não tem essa ambição toda ao entrar, mas no decorrer das aulas. Douglas Ramos, de 21 anos e no 5º semestre jornalismo é um caso exemplo: “Eu entrei no curso de jornalismo porque tive curiosidade de saber como era. Havia lido sobre a profissão na internet e antes já observava o trabalho. Gosto muito de TV e rádio. Minha expectativa é de poder ajudar minha comunidade, sonhando alto, meu país, exercendo as funções da profissão com a maior excelência possível.”
A preocupação com a qualidade do serviço prestado a sociedade também é característica de Douglas que é bastante comum entre os estudantes: “Essa é uma missão difícil, mas que vou tentar cumpri-la com uma bagagem cultural mais avançada.Penso que o jornalista deve saber coisas referentes ao seu país deve ter conhecimento de cultura brasileira. Por isso, a leitura é fundamental, a bagagem na escrita, no discurso, tudo influencia na formação de uma opinião sem tendências ou generalizações”.
Existem também alunos com vocações menos específicas que vêem no jornalismo a possibilidade de se realizar: “Sempre quis algo voltado ao esporte. Cheguei a fazer fisioterapia, para me especializar em fisioterapia esportiva, mas não vi um grande futuro. Fui para jornalismo, com o mesmo pensamento: jornalismo esportivo” diz Rodrigo Gantois, no 4º Semestre de jornalismo.
As características são muitas, muita diversidade, muitas semelhanças. O bloco K da universidade (bloco em que se concentram a maioria as aulas de Comunicação) abriga uma geração de jornalistas e publicitários que tem razões diferentes para iniciarem esse caminho, diferentes rumos e resultados que só o tempo dirá.
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